Inaugurado Novo Coração

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Bispo Macedo em visita missionária ao Rio de Janeiro

Ao ministrar a Concentração de Fé e Milagres na Catedral Mundial da Fé, no Rio de Janeiro, em recente manhã de um domingo para mais de 15 mil pessoas – na nave principal e na nave auxiliar para onde a mensagem também foi transmitida -, bispo Edir Macedo ensinou como resistir às tentações através da Palavra de Deus, assim como o Senhor Jesus resistiu ao diabo ao ser tentado, respondendo: “Como está escrito… (Mateus 4)” Desta forma, nos dias de hoje, como ele explicou, não importa o problema, seja de doença, familiar, sentimental econômico ou outro, se a pessoa resistir ao diabo usando a Palavra de Deus, ele fugirá, porque o que está escrito, está determinado, é uma lei fixa, ninguém pode mudar isso e o diabo entende essa Palavra. No mesmo dia à tarde, também na catedral, o bispo fez uma reunião especial para obreiros, ex-obreiros e pastores e o tema foi “Salvação”.

Ao término da reunião da manhã, muitos declaravam a necessidade de colocar em prática e vivenciar mais o que diz a Palavra de Deus, também suportando as tentações. Dessa forma, Edilson Peres, 35 anos, que estava presente ao encontro, contou que, apesar de frequentar a Igreja há cinco anos,sua força está no que ensina o Senhor Jesus.

“A mensagem de hoje veio como um bálsamo para minha vida. Apesar de ter sido liberto das drogas e do homossexualismo, vejo a necessidade de cada dia vivenciar a Palavra de Deus para resistir ao diabo”, declarou Edilson.

A mensagem

De maneira bastante clara, o bispo destacou que o que está escrito ninguém pode anular.

“Quando você tem uma doença ou outro problema e fala, ‘está escrito’, usando a Palavra de Deus aquele mal vai desistir de você.”

Após a mensagem, o bispo chamou à frente do altar todos os doentes, até mesmo os portadores das chamadas doenças incuráveis, para um clamor a Deus em favor da cura. Em seguida, fez uma oração que ele considera uma das mais importantes para aqueles que precisam tomar a decisão sobre que Senhor servir.

“Se você quer uma nova vida, precisa trocar de Senhor. Precisa tomar uma decisão de fé, precisa deixar o Senhor Jesus ser o Senhor da sua vida”, declarou.

Jornalismo Imparcial

O texto a seguir é de autoria do jornalista Marcelo Migliaccio, que assina o blog “Rio Acima”, no Jornal do Brasil, uma das principais publicações diárias do País. Nele, o jornalista faz uma análise imparcial e de alta qualidade informativa sobre o Dia D, especificamente no evento do Rio de Janeiro, que lotou a Enseada de Botafogo no último dia 21 de abril.

O poder da Igreja Universal está no ser humano

Foi um tsunami diferente. Bem carioca. Em vez de água, na última quarta-feira as ruas da cidade foram inundadas por ônibus. Entraram por todos os lados, vindos dos quatro cantos do estado do Rio em pleno feriado de Tiradentes. O mar de mais de 1 milhão de evangélicos confluiu para a Enseada de Botafogo, onde a Igreja Universal do Reino de Deus promoveu mais uma de suas maratonas de louvor.

Não vou ficar perguntando de quem foi a culpa pelos engarrafamentos gigantes que incomodaram tanto. Vale mais refletir sobre a força desse movimento, que na verdade mostra a pujança do ser humano.

Já fui a um culto da Universal, na Catedral da Fé, uma imponente construção em Del Castilho (Zona Norte). Foi na época da eleição municipal de 2008. A ordem no jornal era averiguar se havia algum tipo de proselitismo político durante a celebração – Marcelo Crivella, bispo licenciado e senador, era um dos candidatos a prefeito.

Não constatei nenhuma menção eleitoreira no interior da catedral. No máximo, alguns cabos eleitorais de candidatos a vereador ligados à igreja distribuíam santinhos e seguravam cartazes do lado de fora. Na calçada, onde a lei permite.

Lá dentro, vi ao vivo o que já tinha assistido nos programas de TV. O mesmo discurso dos pastores, invocando trechos bíblicos, batendo forte na tecla da autoestima e, no final, pedindo aos fiéis que deixassem suas contribuições para a obra. Confesso que no momento em que o pastor pediu doações de R$ 20 mil reais me assustei. Era um culto destinado a pequenos e médios empresários em dificuldade. Ninguém foi ao palco deixar o polpudo donativo, e o pedido foi baixando até chegar a R$ 50, momento em que várias pessoas se levantaram e ofereceram seu sacrifício financeiro na esperança de ter melhor sorte no futuro. A vinculação fé-prosperidade é a tônica das pregações.

De outra vez, eu passava em frente ao templo da Universal na Nossa Senhora de Copacabana, por volta das 7h. Havia um culto lá dentro e vi que um mendigo, imundo, muito sujo mesmo, e alcoolizado, se dirigia para a porta de entrada. Parei para ver se o obreiro iria barrá-lo. Que nada, o homem entrou sem ser importunado. Como ele, muitos devem ter chegado à Universal naquele estado e se recuperado. O obreiro devia saber disso. Como os outros, aquele mendigo poderia em breve ser mais um membro do rebanho de Edir Macedo.

Acho que o ovo de Colombo dos líderes evangélicos foi descobrir que todo ser humano precisa ouvir palavras que o façam acreditar em si mesmo. Os cultos exploram essa neurolinguística, oferecem injeções de otimismo em doses cavalares. É isso que os pastores dão a seu rebanho: pensamento positivo e autoconfiança. Não é pouco para pessoas cujo cotidiano se resume a trabalho pesado, salário insuficiente, moradia indigna, família desagregada, vizinhança perigosa e saúde combalida por tanta infelicidade. Essas pessoas precisam tão desesperadamente acreditar em algo que não têm olhos para reparar se o pastor é canastrão.

As palavras bíblicas são muito poderosas, afinal séculos e séculos de perenidade lhes conferem autoridade. Nas igrejas evangélicas, pessoas que nunca tiveram disciplina adquirem um norte, mudam velhos costumes. Abandonam drogas pesadas, resistem ao apelo do álcool, sossegam o facho e reconstroem casamentos nos quais ninguém apostava mais um centavo.

Esse poder não está nos pastores, nem nessa ou naquela denominação. Quem se levanta do fundo do poço é o ser humano, cuja força interior é ilimitada.

Nenhum crente se preocupa muito em saber se o pastor lá na frente acredita naquilo que prega com tanta ênfase. Tentativas de derrubar o império da Universal foram muitas e não deram em nada. A igreja só cresceu apesar dos ataques e denúncias que volta e meia afloram na mídia e ecoam no Judiciário. De nada adiantam vídeos comprometedores, porque os fiéis aprenderam que quem vai contra Deus é o Diabo e estão mais preocupados em reconstruir suas próprias vidas. O que, aliás, é mérito exclusivo de cada um deles, e não de bispo ou pastor.

Por Marcelo Migliaccio
Blog “
Rio Acima” – Jornal do Brasil (publicado em 24/04/10)

A paixão pelas almas

Todo servo de Deus nutre dentro de si o mesmo sentimento do seu Senhor. E qual sentimento dirigia o nosso Senhor? Diz o texto sagrado: “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo.” (Mateus 4.23)

O ministério do Senhor Jesus estava alicerçado em três pontos: ensino, pregação e manifestação de poder em favor dos doentes. Este trabalho foi iniciado, imediatamente, após Ele ter sido batizado nas águas, no Espírito Santo e no fogo do deserto. Quer dizer: tão logo fora preparado pelo Espírito e aprovado, Ele partiu para os lugares mais ermos, escusos e escuros em busca das almas perdidas.

A coisa mais evidente no convertido é a sede de almas, isto é, o ardente desejo de dar aos outros o mesmo que foi recebido de Deus. Todos os nascidos dEle, sem exceção, têm desejo de ganhar seu semelhante para o Senhor Jesus! Essa é a primeira manifestação dos nascidos do Espírito. E tem mais: somente estes ficam insatisfeitos, enquanto os demais não nascem do Espírito.

A verdade é que muitos pregadores se dão por satisfeitos quando as pessoas aceitam Jesus como Senhor e Salvador. Mas quem nasceu de novo sabe que isso não é suficiente. Há de existir sincero arrependimento para que o Espírito Santo possa operar o novo nascimento. Enquanto isso não acontece, a obra é apenas palha, ou seja, quando vem o calor das perseguições, ela se queima e se dispersa tal qual as cinzas no vento.

Paulo sentiu este problema e disse: “…meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós.” (Gálatas 4.19)

Antes, logo após sua conversão, seguiu o ímpeto da fé e foi em busca de almas. Como disse: “…ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela Sua graça, aprouve revelar Seu Filho em mim, para que eu O pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue, nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim, mas parti para as regiões da Arábia…” (Gálatas 1.15-17)

Este é o espírito dos que realmente nasceram de Deus. É impossível experimentar os prazeres do mundo vindouro e se calar. O próprio Espírito Santo os impulsiona a repartir Seu gozo com os demais. Paulo não ficou esperando nenhuma profecia pessoal, nenhuma visão ou preparo espiritual, nem mesmo perguntou a alguém mais experiente se deveria ou não ir em busca dos gentios árabes. “Sem detença”, diz ele, “não consultei carne e sangue, nem subi a Jerusalém para fazer alguma consulta aos demais apóstolos mais experientes… Simplesmente parti para as regiões da Arábia.”

Quem o havia ordenado ou autorizado a ir pregar entre os gentios árabes? Ninguém, aparentemente! Mas, cheio do Espírito Santo, ele partiu seguindo a voz da fé sobrenatural, porque esta é a voz de Deus. Posso me lembrar quantas vezes meus superiores espirituais me barraram para que eu não fosse pregar o Evangelho… E como temesse ser considerado rebelde, fiquei esperando, esperando, esperando…

Provavelmente, estaria esperando até hoje, se não tivesse tomado a atitude de seguir a voz da fé. Creio que muitos nascidos de Deus têm sido extremamente zelosos quanto à “obediência” a seus respectivos líderes espirituais. Com isso, escondem seus talentos e, de uma certa forma, cooperam com o reino das trevas. Mas, conforme disse Pedro: “mais importa obedecer à voz de Deus do que a dos homens, ainda que estes sejam profundamente espirituais.”

A visão que temos recebido de Deus, quanto às almas, é a seguinte: o mundo é o campo de guerra entre os filhos da Luz e os das trevas. Os da Luz têm recebido instrução e direção do Espírito de Deus para resgatarem os que estão nas trevas; enquanto isso, os das trevas instruem seus filhos a destruírem os da Luz. Somente quem se encontra permanentemente no altar está em condições de ganhar esta guerra. Os que estão no átrio podem auxiliar os que se encontram no altar.

Quando o crente não é nascido do Espírito, seu coração é egoísta e não se preocupa com os demais. Mas, quando é nascido da água e do Espírito, seu coração ferve de vontade de ganhar almas para seu Senhor, pois entende que nasceu para salvar.

Deus abençoe todos abundantemente,

Bispo Edir Macedo

Pecado Imperdoável

blog110920091O Senhor Jesus não disse que o pensar contra o Espírito Santo não tem perdão, mas que falar ou blasfemar contra Ele não tem perdão para sempre. (Mateus 12.32, Marcos 3.29)

O que isso significa na prática?

Significa dizer que não há nenhuma chance de perdão para qualquer tipo de insulto contra a Pessoa do Espírito Santo.

Por quê?

Porque Ele é a Única Pessoa capaz de convencer a raça humana da necessidade de salvação da alma. Sem o Seu trabalho, não há como o ser humano entender isso.

É importante esse esclarecimento porque muitas vezes a mente humana é invadida por pensamentos sujos em relação a Deus. E, por conta disso, muitos têm desanimado da fé cristã por se considerarem irremediavelmente perdidos.

Não há por que se preocupar neste assunto, salvo o de cuidar para não falar o que é impróprio contra o Espírito de Deus.

Bispo Edir Macedo